Tuesday, January 30, 2007

Ron mueck

Acabei de ver uma reportagem sobre esse artista plástico. Adorei seu trabalho, o realismo e expressão de suas esculturas.
"Felômenal"! Vale a pena dar uma conferida.











Mudar de vida

Massa esse texto da nova campanha da Tintas Coral! Tudo a ver com 2007.

Parar de fumar, fazer ginástica, emagrecer.
Trabalhar menos, não trabalhar, arranjar um trabalho.
Estudar inglês, espanhol, francês, italiano, alemão, japonês.
Comer melhor.
Aprender a dizer não, aprender a dizer sim.
Guardar dinheiro, ir ao dentista, terminar o tratamento.
Cortar doces, massas e frituras.
Viajar mais.
Morar sozinho, morar com alguém, deixar de morar com alguém.
Trocar de carro, comprar um apartamento, uma bicicleta.
Andar mais a pé.
Sair pra dançar, sair com os amigos, ficar mais em casa.
Fazer um check-up, arrumar o armário, ir ao cinema.
Casar, casar de novo, casar de novo.
Ter um filho.
Mudar de emprego, mudar de escola,
mudar de vida.

Fudeu!

(Extraído do UOL)
30/01/2007 - 11h27
Aquecimento deixará milhões famintos e sem água, diz estudo

Por Rob Taylor

CANBERRA (Reuters) - O aquecimento global fará com que milhões de pessoas passem fome por volta de 2080 e causará grave falta de água na China, na Austrália e em partes da Europa e Estados Unidos, segundo um novo estudo sobre o clima mundial.

Até o final do século, as alterações climáticas farão com que a escassez de água afete entre 1,1 e 3,2 bilhões de pessoas, com um aumento médio de temperatura na ordem de 2 a 3 graus Celsius, segundo relatório preliminar do Painel Intergovernamental para a Mudança Climática.

O texto deve ser divulgado só em abril, mas o jornal australiano The Age teve acesso a seus dados. O estudo diz ainda que outros 200 a 600 milhões de pessoas enfrentarão falta de alimentos nos 70 anos seguintes, enquanto inundações litorâneas podem tragar outras 7 milhões de casas.

"A mensagem é que cada região da Terra terá uma exposição [ao aquecimento]", disse Graeme Pearman, um dos responsáveis pelo relatório, na terça-feira à Reuters.

"Se você olhar para a China, como a Austrália, ambas vão perder precipitações pluviométricas consideráveis em suas áreas agrícolas", disse Pearman, ex-diretor de clima da Organização da Comunidade Científica e de Pesquisa Industrial, principal órgão australiano do setor.

Países pobres, como os da África e Bangladesh, seriam os mais afetados, por serem os menos capazes de lidarem com secas e inundações litorâneas, segundo o especialista.

O Painel Intergovernamental foi criado em 1988 pela Organização Meteorológica Mundial e pelo Programa Ambiental da ONU para orientar as políticas globais sobre o aquecimento.

O grupo deve divulgar na sexta-feira em Paris um relatório prevendo que até 2100 a temperatura média do mundo estará de 2 a 4,5C acima dos níveis pré-industriais, sendo que a estimativa mais provável é de 3C.

Esse relatório deve resumir a base científica das mudanças climáticas, enquanto o texto de abril detalhará as consequências do aquecimento e as opções para se adaptar a ele.

SECA NA AUSTRÁLIA

O relatório preliminar contém um capitulo inteiro sobre a Austrália, que vive a pior seca da sua história, alertando que a Grande Barreira de Recifes se tornará "funcionalmente extinta" devido à destruição dos corais.

Além disso, a neve deve sumir dos montes no sudeste do país, e o fluxo de água na bacia do rio Murray-Darling, principal área agrícola australiana, deve cair de 10 a 25 por cento até 2050.

Na Europa, os glaciais vão desaparecer dos Alpes centrais, enquanto algumas ilhas do Pacífico devem ser muito atingidas pela elevação dos mares e intensificação da freqüência das tempestades tropicais.

Num tom mais otimista, Pearman disse que ainda há muito que se pode fazer para lidar com o aquecimento. "As projeções no relatório que sai nesta semana se baseiam na pressuposição de que somos lentos em reagir e que as coisas continuam mais ou menos como no passado", afirmou.

Alguns cientistas dizem que a Austrália, o continente mais seco do mundo, sofre uma "acelerada mudança climática" em comparação com outros países.